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Escolha dos novos membros do Conselho Tutelar acontece neste domingo, 1º de outubro



Escolha dos novos membros do Conselho Tutelar acontece neste domingo, 1º de outubro


Está chegando a hora! Neste domingo, 1º de outubro, a população de Atibaia tem um compromisso importante, que garante os direitos e a defesa das crianças e dos adolescentes: a escolha dos novos membros do Conselho Tutelar para a gestão 2024/2027. São 14 candidatos concorrendo a cinco vagas titulares e cinco suplentes.

A votação acontece das 8h às 17h, nas escolas José Alvim e Florêncio Pires de Camargo, e terá como uma das principais novidades o uso de urnas eletrônicas, que devem agilizar e facilitar o pleito. Para saber o local onde votar, basta acessar um dos dois links abaixo:


Cada eleitor poderá votar em até cinco candidatos e, para participar desse processo, é necessário apresentar um documento de identificação com foto e o título de eleitor. Caso o eleitor não esteja munido de seu título, o processo é rápido e fácil: por meio do App “E-título” é possível ter o documento na palma da mão.


Atribuições dos conselheiros


Com atribuições previstas no Artigo nº 136 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o conselheiro tutelar atende àquelas expostas em situação de violação de direitos, e deliberam medidas de proteção. São responsáveis por acompanhar de perto as demandas da comunidade, podendo atuar como um elo entre a sociedade e os órgãos públicos, buscando soluções efetivas para os problemas enfrentados pelas crianças e pelos adolescentes.

Vale ressaltar que a eleição para conselheiro tutelar é um ato de cidadania e cada voto representa uma escolha consciente em prol do bem-estar das futuras gerações. É um momento de reflexão sobre o compromisso social de cada um, e a participação é uma forma de demonstrar o cuidado e a responsabilidade com o futuro da comunidade.


Conheça os candidatos (ordem alfabética)


1 - Adalberto Ramos – Nº 10.008

Com 33 anos de idade, é casado e atua como Designer Gráfico. Há 7 anos dedica seu tempo ao voluntariado na unidade da Fundação Casa, realizando palestras motivacionais, atividades esportivas e apoio às famílias. No cargo de Conselheiro Tutelar, está empenhado em garantir o estrito cumprimento das leis que protegem crianças e adolescentes, trabalhando para priorizar o bem-estar de todos.


2 - Andreia – Nº 10.020

Cristã, com 46 anos e casada, Andreia é mãe de dois filhos. Começou sua jornada pela defesa da infância e adolescência no ano de 2004 em uma instituição de acolhimento. Desempenhou o papel de Conselheira Tutelar em São Paulo de 2007 a 2011. Em Atibaia, atuou como suplente de 2017 a 2019 e, desde 2020, exerce a função de Conselheira titular no município. Pretende dar continuidade nessa missão defendendo ativamente os direitos da infância e adolescência.


3 - Camila Andrietta - Nº 10.017

É uma ativista comprometida com a garantia dos direitos das crianças e adolescentes, engajada na luta contra a discriminação e o preconceito social que afetam as pessoas com deficiência. Ocupa o cargo de conselheira na EMEF Maria Helena Faria Ferraz e contribui ativamente para a Fanfarra Maria Helena. Também é Promotora Legal Popular em Atibaia. É mãe de três filhos, sendo um com Síndrome de Down, e acredita que a união de forças é capaz de alcançar conquistas sociais significativas.


4 - Capitão Roberto – Nº 10.009

Casado, pai de três filhos, possui uma carreira de 30 anos na área policial, atuando como defensor da segurança pública. Durante esse tempo, ministrou cursos importantes, incluindo o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd) em escolas, bem como cursos de educação no trânsito para crianças e adolescentes no Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP).


5 - Catiane Almeida – Nº 10.007

Com 44 anos, é nascida e criada em Atibaia e mãe de uma menina. Graduada em Letras e Pedagogia, desde 2016 exerce a função de Conselheira Tutelar em Defesa da Inclusão, Infância e Juventude, empenhada em garantir que o direito das crianças e adolescentes sejam respeitados, protegidos e garantidos com absoluta prioridade. Pretende dar continuidade nesse importante trabalho na cidade.


6 - Ivete Lourenço Leano - Nº 10.019

Casada e residente em Atibaia há mais de 45 anos, é mãe de quatro filhos, incluindo dois filhos de coração, e avó de uma neta. Possui formação acadêmica em Gestão Pública e Recursos Humanos. Carreira de 24 anos na área da Educação, tanto no sistema público quanto no privado. Dedicou 12 anos ao trabalho com Creches Comunitárias e Projetos de Contraturno em Escola Municipal, em parceria com organizações do Terceiro Setor, adquirindo conhecimento da realidade das crianças e adolescentes que necessitam de atenção e voz junto às autoridades competentes.


7 - Juliana Castillo - N.º 10.002

Com 45 anos, solteira, é “tia” de inúmeras crianças e adolescentes, sempre empenhada em buscar um futuro melhor para todos. Atualmente é Conselheira Tutelar de Atibaia, contribuindo de maneira significativa para a transformação da realidade das crianças e adolescentes, evitando situações adversas como abandono, maus-tratos e diversas formas de violência.


8 - Leda Porto – Nº 10.022

Formada em Serviço Social pela PUC Campinas (1995) e Design de Moda pela Unicesumar (2022), tem vasta experiência como professora na educação pré-escolar e trabalhou como assistente social na antiga FEBEM - atual Fundação Casa - e como educadora social no atendimento a crianças em situação de vulnerabilidade social, de rua e/ou de risco social. Mãe de três filhos, atualmente é professora de artes junto ao Projeto Curumim, uma Organização da Sociedade Civil (OSC), no contraturno da Escola Municipal Rita Lourdes, com crianças do primeiro ao quinto ano.


9 - Paula Vitale - Nº 10.003

Com 45 anos, é casada e mãe. Possui formação em Administração e há 17 anos se dedica ao serviço voluntário. Desde 2020, atua como Conselheira Tutelar em Atibaia. Há 12 anos, escolheu Atibaia para morar, movida pela determinação de proporcionar aos seus filhos um ambiente mais seguro e acolhedor para crescerem. Sua missão é lutar constantemente para que todos os direitos das crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos.


10 - Prof. Fábio Lopes – Nº 10.016

Com 43 anos e morador de Atibaia, é pai de dois filhos. Possui diplomas em Direito e História e atualmente ocupa a posição de professor na rede pública estadual. Exerceu a função de Conselheiro Tutelar em Atibaia de 2016 a 2020. Pretende retornar ao Conselho Tutelar para continuar sua dedicação à defesa dos direitos humanos e fundamentais de nossas crianças e adolescentes.


11 - Rafael Lopes – Nº 10.018

Natural de Atibaia, é morador do Jardim Maracanã e estudou Ciências da Natureza na Universidade de São Paulo - USP. É servidor público, sendo educador na rede municipal de ensino. Cristão, trabalha com crianças e jovens na catequese do início da vida cristã ao Crisma.


12 - Raquel Lima – Nº 10.013

Com 43 anos, casada e mãe, é graduada em Comunicação Social. Há dez anos dedica seu tempo aos serviços sociais, auxiliando crianças e jovens na construção de valores e caráter sólidos. No papel de Conselheira Tutelar, está pronta para atuar como guardiã, assegurando a defesa e a priorização dos direitos das crianças e adolescentes.


13 - Weverton Correa – Nº 10.005

É professor e educador social ativo, focado no aprimoramento socioemocional de crianças e adolescentes, visando instigar mudanças positivas em seus trajetos de vida. Seu compromisso é dedicado à proteção e à promoção dos direitos das crianças e adolescentes.


14 - Willian Dourado – Nº 10.001

Mais conhecido como Professor Dourado, fundou em 2003 o projeto "Ginga Criança" depois de reconhecer o potencial transformador da capoeira, que não apenas beneficia a saúde física, mas também promove o desenvolvimento psicológico e social. Esse projeto nasceu da sua vontade de contribuir para o bem-estar do próximo e da necessidade de efetuar mudanças nas vidas das crianças e adolescentes, principalmente aqueles em situações desfavoráveis. Durante o desenvolvimento do projeto, deparou-se com situações em que alguns alunos eram vítimas de negligência, maus-tratos e abandono. Essas experiências fortaleceram sua determinação em lutar ainda mais por eles.





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